Esta tecnologia consiste em compartilhar ferramentas computacionais pela interligação dos sistemas na internet ao invés de ter essas ferramentas localmente (mesmo nos servidores internos), tendo-se assim acesso remoto, de qualquer lugar, por isso a alusão à nuvem.

O uso desse modelo (ambiente) é mais viável do que o uso de unidades físicas. Um problema originado dentro das corporações é o alto custo com Tecnologia da Informação (TI). “As organizações de TI gastam hoje 80% de seu tempo com a manutenção de sistemas e não é seu objetivo de negócio manter dados e aplicativos em operação.É dinheiro jogado fora, o que é inaceitável nos dias de hoje”, defende Clifton Ashley, diretor do Google para a América Latina .

Dentro desse contexto, o PC será apenas um chip ligado à internet, a "grande nuvem" de computadores. Não há necessidade de instalação de programas, serviços e armazenamento de dados, mas apenas os dispositivos de entrada (teclado, mouse) e saída (monitor) para os usuários.

Num sistema operacional disponível na internet, pode-se, a partir de qualquer computador, em qualquer lugar, ter acesso às informações, arquivos e programas num sistema único, independente de plataforma (o requisito mínimo é um computador compatível com os recursos disponíveis na internet).

Uma arquitetura em nuvem é muito mais que apenas um conjunto (embora massivo) de computadores. Ela deve dispor de uma infra-estrutura para gerenciamento, que inclua funções como aprovisionamento de recursos computacionais, equilíbrio dinâmico do workload e monitoração do desempenho.

 

Fonte: Wikipédia.